Este post explora as etapas do Processo de Gestão de Riscos conforme a ISO 31.000, abordando desde o estabelecimento do contexto até o monitoramento e análise crítica. Discutimos a importância de identificar, analisar e avaliar riscos, além de decidir sobre estratégias de resposta, com o objetivo de alcançar efetivamente os objetivos da instituição.
A Governança Pública e o Processo de Compras Governamentais
A governança pública destaca-se na gestão pública atual, enfatizando a clara identificação de objetivos e a atribuição de responsabilidades. O Tribunal de Contas da União vê a governança como essencial para avaliar, direcionar e monitorar a gestão, visando políticas públicas eficazes e serviços de interesse social, conforme o Decreto Federal n.º 9.203.
Reavaliação de Itens Patrimoniais no Setor Público – Ênfase no Ativo Imobilizado
Este texto explora a reavaliação patrimonial no setor público, focando no ativo imobilizado. Baseia-se na experiência e pesquisas do Professor Francisco Glauber Lima Mota, abordando práticas e discussões técnicas. Destaca a importância da correta classificação e análise dos balanços públicos, seguindo o MCASP e as NICSP, para o desenvolvimento das atividades contábeis.
Sistema de Custos na Administração Pública
O Sistema de Informações de Custos na Administração Pública é uma inovação necessitando esforço e capacitação. Embora recente, leis desde 1964 exigem sua implementação. Evoluindo através de decretos e leis, destaca-se a importância da contabilidade na gestão orçamentária e patrimonial, visando aprimorar a qualidade das informações contábeis e apoiar decisões administrativas eficazes.
Diferenças entre Restos a Pagar Processados x Não Processados e a Evolução dos Restos a Pagar Não Processados
A Lei nº 4.320, de 1964, define Restos a Pagar como despesas empenhadas mas não pagas até 31 de dezembro, diferenciando as processadas das não processadas. Enquanto os Restos a Pagar Processados indicam que a prestação de serviço ou entrega de bens foi realizada, os Não Processados exigem maior atenção e controle.
Plano de Integridade
O Plano de Integridade, formalizado pela Portaria nº 57 da CGU, é fundamental para prevenir, detectar e tratar quebras de integridade. Este documento estrutura o Programa de Integridade em fases, com foco em diversidade para uma visão ampla da integridade dentro da organização, envolvendo um GT para sua construção e aprovação.
Retenção de Talentos no Setor Público: Estratégias para Maximizar o Impacto
A retenção de talentos é crucial no setor público para maximizar impacto, especialmente com recursos limitados. Estratégias eficazes incluem reconhecimento, desenvolvimento de carreira, equilíbrio trabalho-vida, cultura organizacional positiva e comunicação transparente. Estas práticas incentivam a permanência de profissionais talentosos, fundamentais para o sucesso institucional e a realização dos objetivos organizacionais.
Desafios Éticos na Administração Pública: Pressão Ilegal e Antiética sobre Agentes Públicos
A administração pública enfrenta desafios éticos significativos, como a pressão ilegal ou antiética sobre agentes públicos, ameaçando a integridade do setor. Tais pressões podem vir de várias fontes e manifestam-se de diversas maneiras, incluindo subornos e ameaças veladas, comprometendo a eficácia e a confiança pública. Combater essa pressão exige fortalecimento da accountability e transparência.
O Sistema de Custos e as Suas Nomenclaturas
O Sistema de Custos na Administração Pública, exigido desde a década de 60, ainda enfrenta desafios de implementação devido às peculiaridades do setor público. A Portaria STN nº 157/2011 marcou um avanço significativo, mas confusões sobre terminologias contábeis persistem, impactando a aplicabilidade dos conceitos de custos, despesas e investimentos.
Avaliação de Risco nas Organizações: Uma Abordagem Estratégica
A avaliação de risco é crucial na gestão de organizações, envolvendo identificação, análise e avaliação de riscos para desenvolver estratégias eficazes. Este processo abrange desde a identificação de riscos até o monitoramento contínuo, essencial para sustentabilidade e sucesso a longo prazo. Promover uma cultura de gestão de risco é fundamental para o engajamento organizacional.